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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Das Águas Amargas Para a Água da Vida


É muito impressionante passear pelo deserto de ônibus com ar condicionado, ou mesmo fazer uma caminhada de algumas horas no deserto. Mas foi algo bem diferente quando um povo de vários milhões de pessoas, com suas crianças, seus animais e seus utensílios domésticos, andou pelo deserto durante três dias, padecendo com o calor, os perigos, a fome, a sede, o cansaço e a exaustão. É verdade que eles conseguiram escapar dos patrões egípcios que os mantinham como escravos e o exército egípcio foi "tragado de todo" pelo mar, como diz Hebreus 11.29. Em Êxodo 15.1 está escrito: "Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro." Que grande livramento foi esse milagre de Deus! Por detrás de Israel estava a poderosa e protetora mão de Deus, que afugentava os inimigos; sobre o povo de Israel estava a nuvem da glória que dirigia, conduzia e indicava a presença de Deus; diante dele estava a Terra Prometida que oferecia leite e mel – mas debaixo de seus pés só havia areia quente e pedras! Assim eles vaguearam pelo deserto de Sur e não encontraram água. As gargantas estavam secas, as crianças choravam, os animais berravam. Então, depois de três dias – e não foi uma miragem! – eles viram muita água. Com alegria e expectativa eles correram depressa para lá. Água! Água! Mas, que horror! Ela era muito amarga, um líquido intragável e venenoso. Todos gritaram: "Mara! Mara!" (= amargor!). Que dolorosa e amarga decepção! "Moisés, o que é isso? Tu nos guiaste até aqui para que morramos de sede?", gritaram as pessoas indignadas. "E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?" (Êx 15.24). Agora reinava a indignação e a raiva no meio daquela grande multidão sedenta. Até mesmo uma multidão disciplinada pode fugir ao controle quando é exigida além de suas capacidades. Mas nem ao povo escolhido de Deus, nem a nós é permitido fazer-Lhe a pergunta repreensiva: "Por que permites que teus filhos experimentem tanta frustração e amargura?!"

Nós cristãos também passamos por decepções de vez em quando, decepções por parte de pessoas ou de circunstâncias adversas. Como conseguimos nos arranjar com essas amargas frustrações? Como reagimos quando somos sacudidos e perdemos o rumo por falta de vigilância interior? Reagimos segundo a natureza do Cordeiro, de Jesus, que deveria ser também a nossa natureza, ou ficamos indignados? A amargura é uma erva daninha que procura nos sufocar, uma raiz que sempre procura se alastrar em nossas vidas. Mas em nós não deve acumular-se muita "água de amargura", pois quando ela fica represada em nosso íntimo, Satanás prontamente estará a postos transformando essa amargura em rebelião e ira. Ele, porém, não deve alcançar esse objetivo! "Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados", adverte-nos o Senhor em Hebreus 12.15. Quando falamos com amargura sobre outras pessoas, contaminamos os que estão ao nosso redor e nos tornamos culpados, pois pecamos. Jesus quer libertar-nos desse pecado! Quem não quer vencer ou abandonar a amargura em nome de Jesus, não precisa admirar-se quando fica melancólico e triste. Conheci pessoas que se afogaram no "lago da amargura". Mas na cruz de Jesus há poder para a vitória! Quem afirma que ao seguirmos a Jesus estamos livres de temores e decepções, está mentindo. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo 16.33). Devemos reivindicar para nós essa vitória sobre a amargura em nome de Jesus, devemos tomar posse dela pela fé. O apóstolo Paulo, aprovado no discipulado de Jesus, testemunha: "...que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus" (At 14.22). Andar no caminho estreito e penoso tem valor eterno, pois ele conduz ao alvo celestial: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Rm 8.18), . Um poeta lírico escreveu uma oração muito bonita, que também deve ser a nossa: "Faze com que eu me aquiete, meu Senhor e Deus. Que eu ouça somente a Tua voz na felicidade e na aflição. Estende Tuas mãos caridosas sobre meu caminhar, faze com que minha vista e meus pensamentos estejam direcionados somente para Ti".












Pr. Oenes de Carvalho

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Quando o alvo é a adoração





A Bíblia nos afirma que Deus nos Criou com o "fim de sermos para louvor da sua glória" (Ef. 1:12). Quando nos apropriamos desta verdade e nos comprometemos a viver tendo como alvo maior a adoração a Deus, podemos ter a certeza que o Senhor removerá qualquer impedimento que se coloque entre nós e este objetivo. A história narrada em Êxodo 7:14-12:30 nos ensina preciosas lições sobre isto.
O motivo de Deus ter enviado as dez pragas ao Egito estava diretamente relacionado ao fato de Faraó tentar impedir o povo de Deus de prestar-lhe culto. Por várias vezes Deus ordena a Moisés: "– Vá falar com o rei e diga que o Senhor está dizendo a ele o seguinte:" Deixe que o meu povo saia do país a fim de me adorar."
Deus esperava que o seu povo lhe adorasse e não fosse contaminado pela idolatria egípcia.
Por mais poder que Faraó tivesse, por mais duro que fosse o seu coração, nada poderia impedir a libertação do povo, pois essa era à vontade Deus.
O Egito e Faraó sofreram na própria carne as consequências de tentarem impedir o povo de adorar. Hoje em dia não é diferente. Quando temos consciência de que o propósito de Deus pra nossa vida é nos libertar de tudo o que nos impeça de adorá-lo e o nosso alvo em tudo o que fazemos é adorar e glorificar o nome do Senhor, percebemos o seu poder removendo tudo e todos que se coloquem a nossa frente.
Devemos a cada dia nos lembrar das palavras de Paulo: "Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus".

Pr.Oenes de Carvalho



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ide por todo Mundo

Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura (Marcos 16:9-15)




Quando Jesus ressuscitou, na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete demônios. Ela foi e contou aos que com ele tinham estado; eles estavam lamentando e chorando. Quando ouviram que Jesus estava vivo e fora visto por ela, não creram. Depois Jesus apareceu noutra forma a dois deles, estando eles a caminho do campo. Eles voltaram e relataram isso aos outros; mas também nestes eles não creram. Mais tarde Jesus apareceu aos Onze enquanto eles comiam; censurou-lhes a incredulidade e a dureza de coração, porque não acreditaram nos que o tinham visto depois de ressurreto. E disse-lhes: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas.”
Jesus repreendeu os discípulos pela incredulidade e dureza de coração porque estes são justamente os maiores obstáculos para a salvação de almas perdidas. Não é falta de Bíblias ou sustento financeiro. É falta de fé e de amor. As palavras de Jesus aqui não são nenhuma sugestão. São um comando. Às vezes sentimos que nos falta alguma coisa, um dom ou talento, conhecimento bíblico ou eloquência no falar. No entanto, se não estamos pregando o evangelho a todas as pessoas que conhecemos é por pura falta de fé e dureza de coração. Se você não for o missionário de Jesus para o outro lado da rua, você certamente nunca será para o outro lado do mundo. Há pessoas perdendo suas almas em ambos os lugares; e se Jesus não lhe preparou para ir para um lugar, ele lhe preparou para ir para o outro. Como um missionário uma vez observou, o passo mais longo e difícil de tomar não é a viagem para um país distante, mas, o último metro que separa você e uma pessoa que não tem Jesus. Este passo sim é o mais crucial e o mais difícil de tomar, ainda que seja para chegar na porta do seu vizinho. Você está pronto para o último passo? Talvez seja a única coisa que falta para salvar uma alma.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Deus está contigo


“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se projetem para o meio dos mares”;
Salmos 46:1-2



Deus não é apenas nosso protetor; ele é nosso socorro também. Mesmo quando nosso mundo parece estar desmoronando ao nosso redor, ele está presente. Ele nos libertará da morte ou nos libertará através da morte. Ele nos libertará do mau ou nos libertará para superar o mau. Nossa tarefa é confiar que não estamos sozinhos ou abandonados no meio dos nossos terremotos e tsunamis pessoais.




Pr. Oenes de Carvalho

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A nossa fé.


A nossa fé.

"Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos. Todos os vossos atos sejam feitos com amor." (1 Coríntios 16.13-14)

O que é um automóvel sem motor? O que é um corpo sem espírito? O que é uma pessoa renascida sem fé vitoriosa? É importante nos questionarmos, pois em nossos dias não somente presenciamos um aumento de todos os valores no sentido material; mas também o aumento da fé é um fato. A fé não é mais vitoriosa! Mas as Escrituras enfatizam a indivisibilidade desses dois fatos: "...e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé." Não diz: "nossa fé produz a vitória", mas "nossa fé é a vitória". Devemos confessar que acontece um grande engano onde a fé é separada da vitória. E esse é o motivo por que Paulo adverte: "Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos." Em outras palavras: onde está o motor da sua fé? Nada acontece; falta a vitória, falta o poder, falta a alegria. Por que tudo está tão parado? Meus amigos, essa questão é de vital importância! Esse também é o motivo pelo qual Paulo clama: "Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos."